Bom, tenho que admitir que atualmente não tenho visto muitos filmes não. Fui fisgado há quase 4 anos pelas séries de TV. E, meu amigo, devo dizer: algumas das séries que eu acompanho dão um banho na enorme maioria das produções cinematográficas que caem por aí.
Existem aquelas séries nostálgicas, que sempre acompanhei. Como por exemplo, Simpsons nas manhãs de sábado na Globo, ou a saudosa Arquivo X na Record (acho que passou um tempo na Globo também). Mas acompanhar, acompanhar mesmo, desde o primeiro capítulo em diante, eu comecei em 2004, com o fenômeno Lost... Desde então, minha lista foi só aumentando.
Começarei então a comentar as séries que eu já assisti e que ainda assisto. A cada dia comentarei sobre uma diferente (são mais de dez...)
Prison Break - **
Lincoln Burrows foi condenado à morte por matar um figurão da política americana. Seu irmão, Michael Scofield, também acaba sendo preso por assalto a banco e é mandado à mesma instituição de Lincoln. Só que Michael havia sido preso propositalmente, para colocar em prática um plano para libertar seu irmão...
Usando uma premissa a princípio nem um pouco original, a história cativa em seu início graças à inventividade do plano de fuga de Michael. Extremamente inteligente, todos os mínimos detalhes do plano de fuga foram minunciosamente estudados por ele. E mesmo quando algo dá errado, sua capacidade de improvisação é impressionante.
Vale ressaltar também o ótimo vilão T-Bag, um homem extremamente perigoso e dono de um instinto de sobrevivência ímpar. É uma pena que os demais personagens se mostrem rasos e de intérpretes fracos, incluindo aí o próprio Lincoln e o interesse amoroso de Michael, a Dra. Sara Tancredi.
Boa parte da tensão da série se deve ao costume maniqueísta do roteiro de sempre terminar os episódios com um gancho marcante, mesmo que o episódio em si não tivesse tido nada de muito importante. Isso, em perspectiva, acaba por enfraquecer a série.
Em resumo, a primeira temporada é realmente boa, mas a partir da segunda ela entra numa descendente que culmina na péssima (e derradeira) quarta temporada, já que a trama vai se enchendo de personagens descartáveis, reviravoltas previsíveis e tramas cada vez mais ridículas. Definitivamente a alta qualidade da primeira temporada não é suficiente para esconder os erros das demais.
sexta-feira, 26 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
Em 1997, eu fui morar em Vilhena, Rondônia. Infelizmente, uma cidade sem nenhum cinema - mas com uma locadora, onde eu assistia uma média de 3 a 4 filmes por semana. Foi nessa época, afastado da civilização, que comecei a acompanhar a Revista SET. Ela se tornou uma fiel companheira e guia sobre as novidades no mundo do cinema que eu ainda demoraria pra assistir...
Finalmente, em 1998, assinamos um serviço de uma tal Internet, uma rede de informações onde podíamos pesquisar de tudo: desde nome de pessoas até trabalhos prontos de escola! Sendo assim, por que não procurar sobre cinema? Foi aí que eu encontrei o Cinema em Cena, um site criado um ano antes por um estudante do 7º período de medicina da UFMG. Estudante esse que largou a faculdade para se dedicar integralmente à sua paixão.
Acessar o Cinema em Cena e ler as críticas nele publicadas se tornaram um vício que já dura 12 anos. Posso dizer com absoluta certeza que li todas as críticas do site desde essa época (época em que muitos ainda o chamavam de Cinema em Casa) até hoje. As críticas de Magnólia e Amnésia, por exemplo, são lidas pelo menos anualmente...
E foram as críticas do Pablo Villaça (este é o nome da fera) que foram abrindo meu apetite cada vez mais. Elas que ampliaram minha visão, que me ensinaram a exigir cada vez mais de um filme, de - igual ele mesmo diz - não apenas gostar de um filme, mas ser capaz de racionalizar e explicar porque eu gostara de tal película.
Sem essa leitura, com certeza até hoje eu assistiria aos filmes anuais do Didi, Xuxa, Schwarzenegger, e acharia o máximo. Mas agora posso apreciar obras-primas como O Grande Truque, Oldboy, Edukators... Cheguei inclusive a participar do seu primeiro curso de História, Linguagem e Crítica Cinematográfica, para que eu pudesse imergir ainda mais naquilo a que eu assistia.
Fica aqui então meu agradecimento a esse cara que foi sem dúvida meu grande incentivador (ainda que sem saber) nessa jornada, e até hoje é meu grande ídolo. Um cara que eu já conheço bastante graças ao blog que ele mantém, e que eu considero um amigo virtual. Mesmo que essa amizade seja de mão-única...
Quem se interessar, acesse o blog dele. É uma leitura das melhores... http://www.cinemaemcena.com.br/pv/blogpablo/
Finalmente, em 1998, assinamos um serviço de uma tal Internet, uma rede de informações onde podíamos pesquisar de tudo: desde nome de pessoas até trabalhos prontos de escola! Sendo assim, por que não procurar sobre cinema? Foi aí que eu encontrei o Cinema em Cena, um site criado um ano antes por um estudante do 7º período de medicina da UFMG. Estudante esse que largou a faculdade para se dedicar integralmente à sua paixão.
Acessar o Cinema em Cena e ler as críticas nele publicadas se tornaram um vício que já dura 12 anos. Posso dizer com absoluta certeza que li todas as críticas do site desde essa época (época em que muitos ainda o chamavam de Cinema em Casa) até hoje. As críticas de Magnólia e Amnésia, por exemplo, são lidas pelo menos anualmente...
E foram as críticas do Pablo Villaça (este é o nome da fera) que foram abrindo meu apetite cada vez mais. Elas que ampliaram minha visão, que me ensinaram a exigir cada vez mais de um filme, de - igual ele mesmo diz - não apenas gostar de um filme, mas ser capaz de racionalizar e explicar porque eu gostara de tal película.
Sem essa leitura, com certeza até hoje eu assistiria aos filmes anuais do Didi, Xuxa, Schwarzenegger, e acharia o máximo. Mas agora posso apreciar obras-primas como O Grande Truque, Oldboy, Edukators... Cheguei inclusive a participar do seu primeiro curso de História, Linguagem e Crítica Cinematográfica, para que eu pudesse imergir ainda mais naquilo a que eu assistia.
Fica aqui então meu agradecimento a esse cara que foi sem dúvida meu grande incentivador (ainda que sem saber) nessa jornada, e até hoje é meu grande ídolo. Um cara que eu já conheço bastante graças ao blog que ele mantém, e que eu considero um amigo virtual. Mesmo que essa amizade seja de mão-única...
Quem se interessar, acesse o blog dele. É uma leitura das melhores... http://www.cinemaemcena.com.br/pv/blogpablo/
The beginning is the end is the beginning
Bom, aqui vamos nós...
Antes de mais nada, quero dizer que sempre amei uma boa história, desde pequeno. Sempre devorava os livros de Monteiro Lobato, dos Karas (alguém lembra? hehe), Sherlock Holmes, passando pelos quadrinhos do Maurício de Sousa e mais tarde dos super-heróis da Marvel... Mas desde sempre minha fascinação foi pelo cinema. Me lembro perfeitamente do dia em que minha mãe me levou ao cinema pela primeira vez: E.T. - O Extraterrestre. Não sei se é possível que tenha sido na estréia, afinal eu tinha apenas 1 ano em 1982! Mas eu me lembro de sair do cinema maravilhado pela experiência que eu havia acabado de ter. Desde então, eram constantes minhas idas ao Cine Brasil, na Praça Sete, para assistir aos filmes dos Trapalhões, sempre levado pela minha mãe preta (saudades da Con).
Tenho lembranças vívidas de filmes como Olha Quem Está Falando, Jurassic Park (sentado no chão do Palladium), Forrest Gump... E sempre ficava totalmente contaminado pelas histórias que assistia. Adorava imaginar que eu me tornaria um diretor/roteirista/ator e participaria das aventuras de James Bond, Jurassic Park 3, além de ser o responsável por realizar novos clássicos do cinema como Amizade, Praça Liberdade, Horas de Alta Exposição... Eu cheguei a fazer sinopses de mais de 40 filmes, planejando minha carreira até 2040, mais ou menos! :)
Mas, sabe-se lá porque, não segui esse caminho, e os filmes permaneceram apenas como uma grande diversão na minha vida. O que não quer dizer que eu não procurava aprender cada vez mais sobre eles, a devorá-los com olhos cada vez mais ávidos por uma grande história.
E é aqui que nós chegamos! Eu, com esta vontade enorme de discutir cinema, e sem ter alguém pra me escutar. Por isso resolvi criar este blog, um espaço que eu pudesse deixar minhas opiniões e receber opiniões de outras pessoas como eu, que também já não aguentam mais discutir com seus travesseiros...
Por isso, sejam todos bem-vindos. Espero que gostem da jornada que se inicia!
Antes de mais nada, quero dizer que sempre amei uma boa história, desde pequeno. Sempre devorava os livros de Monteiro Lobato, dos Karas (alguém lembra? hehe), Sherlock Holmes, passando pelos quadrinhos do Maurício de Sousa e mais tarde dos super-heróis da Marvel... Mas desde sempre minha fascinação foi pelo cinema. Me lembro perfeitamente do dia em que minha mãe me levou ao cinema pela primeira vez: E.T. - O Extraterrestre. Não sei se é possível que tenha sido na estréia, afinal eu tinha apenas 1 ano em 1982! Mas eu me lembro de sair do cinema maravilhado pela experiência que eu havia acabado de ter. Desde então, eram constantes minhas idas ao Cine Brasil, na Praça Sete, para assistir aos filmes dos Trapalhões, sempre levado pela minha mãe preta (saudades da Con).
Tenho lembranças vívidas de filmes como Olha Quem Está Falando, Jurassic Park (sentado no chão do Palladium), Forrest Gump... E sempre ficava totalmente contaminado pelas histórias que assistia. Adorava imaginar que eu me tornaria um diretor/roteirista/ator e participaria das aventuras de James Bond, Jurassic Park 3, além de ser o responsável por realizar novos clássicos do cinema como Amizade, Praça Liberdade, Horas de Alta Exposição... Eu cheguei a fazer sinopses de mais de 40 filmes, planejando minha carreira até 2040, mais ou menos! :)
Mas, sabe-se lá porque, não segui esse caminho, e os filmes permaneceram apenas como uma grande diversão na minha vida. O que não quer dizer que eu não procurava aprender cada vez mais sobre eles, a devorá-los com olhos cada vez mais ávidos por uma grande história.
E é aqui que nós chegamos! Eu, com esta vontade enorme de discutir cinema, e sem ter alguém pra me escutar. Por isso resolvi criar este blog, um espaço que eu pudesse deixar minhas opiniões e receber opiniões de outras pessoas como eu, que também já não aguentam mais discutir com seus travesseiros...
Por isso, sejam todos bem-vindos. Espero que gostem da jornada que se inicia!
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